A Universidade Federal do Pará (UFPA) participa da 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada de 26 de julho a 1º de agosto de 2026, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ). No espaço da SBPC Jovem, a Universidade apresenta o estande “Ciência da Amazônia”, reunindo projetos, redes de pesquisa e ações de divulgação científica que aproximam o público da biodiversidade amazônica, da cultura oceânica e das pesquisas desenvolvidas na região.
A 78ª Reunião Anual da SBPC tem como tema “Ciência para todos: soberania, desenvolvimento e inclusão”. A programação reúne centenas de atividades gratuitas, entre conferências, mesas-redondas, exposições, oficinas, minicursos e mostras interativas voltadas à comunidade científica e ao público em geral.
A UFPA é representada no evento por pesquisadores, estudantes e projetos de institutos e laboratórios da universidade, além de instituições parceiras, em uma programação voltada à popularização da ciência. Também integram a delegação membros de projetos, redes e programas como o Cisam, PPBio Amazônia Oriental (PPBio AmOr), INCT-SinBiAm, PPGEco, Capacream, NEAP, CIECz (Ciência e Comunicação na Amazônia) e Observatório para a Foz do Rio Amazonas (Rede ARMO), que desenvolvem pesquisas sobre biodiversidade, ecossistemas amazônicos, conservação, educação científica, comunicação pública da ciência e monitoramento ambiental.


Ciência produzida na e sobre a Amazônia – A SBPC Jovem é um dos espaços mais visitados do evento e busca despertar o interesse de estudantes pela ciência por meio de atividades práticas e interativas. Para isso, o estande “Ciência da Amazônia” apresenta diferentes experiências que demonstram como a pesquisa desenvolvida na região contribui para compreender e conservar a biodiversidade amazônica e os ambientes costeiros e marinhos.
Um dos espaços é dedicado à Cultura Oceânica, com informações sobre como os oceanos influenciam diretamente a vida cotidiana e como as ações humanas impactam os ambientes marinhos. A exposição também evidencia a conexão entre os rios amazônicos e o oceano, destacando a importância da conservação desses ecossistemas integrados. Entre os materiais expostos estão réplicas de crustáceos em impressão 3D e em biscuit, que tornam a aprendizagem acessível e interativa para visitantes de todas as idades.
A programação também inclui o espaço “Ciência que conecta a floresta”, que apresenta parte da biodiversidade amazônica e apresenta o trabalho desenvolvido pelas redes Cisam, Rede AMor e INCT-SinBiAm na produção de conhecimento sobre a fauna, a flora e os ecossistemas da Amazônia. O público pode conhecer exemplares biológicos, materiais educativos e ações de divulgação científica produzidas pelas instituições participantes.

